segunda-feira, 13 de junho de 2011

Sou assim, menininho até o fim.



as vezes me sinto gente grande, maduro e civezes me sinto gente grande, maduro e cinquentão, mas por mais que me esforce, o menino que habita em mim sempre vence.



Tantos anos já se passaram, e sei que o tempo levou embora minha aparência infantil, minha ingenuidade e toda pureza que meus olhos tinham ao ver o mundo, mas o tempo não pode tocar em meu coração, e meu coração ainda pulsa como quando eu ainda era uma criança.
Hoje, ninguém mais me vê como o menininho, mas eu vejo a todos assim. Meninos e meninas correndo atrás de sonhos, desejando coisas novas, chorando pelos brinquedos perdidos, ralando os joelhos de nossas almas diante do Pai a gritar por socorro... e gritar como crianças que não tem medo de esconder sua dor.



Não interessa quantos anos tenho, serei sempre ZE , ZE que quando nasci já era um menininho e que hoje, depois de tanto tempo ainda permanece assim...correndo atrás do tempo, bebendo poções para crescer e outras pra encolher, aceitando e questionando a todos que cruzam por seus caminhos, salvando a vida e o mundo dos reis rainhas más que sempre querem nos cortar a cabeça , como num conto de fadas, como num sonho.

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